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Você sabe se a sua empresa possui todas as licenças necessárias para funcionar de forma regular?

Muitos empresários acreditam que apenas grandes indústrias precisam se preocupar com licenciamento ambiental ou com o AVCB. No entanto, empresas de diversos segmentos podem estar sujeitas a essas exigências e, quando não estão em conformidade, ficam expostas a multas, interdições e até à suspensão das atividades.

Se você tem dúvidas sobre a situação da sua empresa, este guia vai ajudar a entender os principais riscos e como evitá-los.

O que é o licenciamento ambiental?

O licenciamento ambiental é um procedimento obrigatório para atividades que possam causar impactos ao meio ambiente. Seu objetivo é garantir que a empresa opere de forma sustentável e dentro das normas estabelecidas pelos órgãos ambientais.

Dependendo do tipo de atividade e do porte da empresa, podem ser exigidas diferentes licenças, como:

  • Licença Prévia (LP)
  • Licença de Instalação (LI)
  • Licença de Operação (LO)
  • Autorizações e licenças específicas conforme a atividade exercida

Mesmo empresas consideradas de pequeno porte podem precisar de algum tipo de autorização ambiental, dependendo do ramo de atuação.

O que é o AVCB?

O Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) é o documento que comprova que a edificação atende às normas de prevenção e combate a incêndios.

Sua emissão ocorre após vistoria do Corpo de Bombeiros, que verifica se o imóvel possui as medidas de segurança exigidas para proteger funcionários, clientes e o patrimônio.

Entre os itens normalmente avaliados estão:

  • Extintores em quantidade adequada e dentro da validade
  • Iluminação de emergência
  • Sinalização das rotas de fuga
  • Saídas de emergência
  • Sistemas de combate a incêndio, quando exigidos
  • Plano de emergência, conforme a atividade

Sem o AVCB válido, a empresa pode enfrentar diversas restrições legais e operacionais.

Quais empresas precisam de licenciamento ambiental e AVCB?

A necessidade varia conforme o tipo de atividade desenvolvida.

Alguns exemplos incluem:

  • Indústrias
  • Comércios
  • Clínicas e hospitais
  • Restaurantes
  • Condomínios
  • Galpões logísticos
  • Escolas
  • Empresas de prestação de serviços
  • Centros comerciais

Cada empreendimento possui exigências específicas, que devem ser avaliadas individualmente.

Quais são os riscos de não estar regularizado?

A ausência das licenças obrigatórias pode gerar diversos prejuízos para a empresa.

Entre as principais consequências estão:

  • Multas aplicadas pelos órgãos fiscalizadores
  • Interdição parcial ou total das atividades
  • Suspensão ou cassação de licenças de funcionamento
  • Dificuldades para obter financiamentos e seguros
  • Impedimentos para participar de licitações
  • Responsabilização civil, administrativa e, em alguns casos, criminal
  • Maior risco em situações de acidentes ou incêndios

Além das penalidades financeiras, a empresa também pode sofrer danos à sua reputação.

Como saber se minha empresa está em conformidade?

Alguns sinais indicam que vale a pena revisar a documentação:

  • O AVCB está vencido ou próximo do vencimento.
  • A empresa mudou de endereço ou ampliou suas instalações.
  • Houve alteração na atividade exercida.
  • Foram realizadas reformas no imóvel.
  • Não há certeza sobre quais licenças ambientais são exigidas.
  • A documentação nunca passou por uma revisão técnica.

Caso alguma dessas situações faça parte da realidade da empresa, é importante realizar uma análise preventiva.

Como manter a empresa regularizada?

A melhor estratégia é acompanhar continuamente a situação documental da empresa.

Algumas medidas importantes incluem:

  • Verificar a validade do AVCB periodicamente.
  • Acompanhar os prazos de renovação das licenças ambientais.
  • Atualizar projetos sempre que houver mudanças na estrutura ou na atividade.
  • Manter toda a documentação organizada para eventuais fiscalizações.
  • Contar com uma equipe especializada para acompanhar as exigências legais.

A prevenção é sempre mais econômica do que lidar com multas ou paralisações das atividades.

Como a Ravim pode ajudar sua empresa

A Ravim oferece suporte completo para empresas que precisam regularizar ou manter em dia suas obrigações legais.

Nossa equipe auxilia na análise das exigências aplicáveis ao seu negócio, elaboração da documentação necessária, acompanhamento dos processos junto aos órgãos competentes e renovação das licenças dentro dos prazos legais.

Com atendimento especializado, ajudamos sua empresa a atuar com mais segurança, tranquilidade e conformidade com a legislação.

Perguntas Frequentes sobre Licenciamento Ambiental e AVCB

Toda empresa precisa de licenciamento ambiental?

Não. A obrigatoriedade depende da atividade exercida e do potencial de impacto ambiental. Uma análise técnica identifica quais licenças são necessárias.

O AVCB tem prazo de validade?

Sim. O prazo varia conforme as características da edificação e a legislação estadual. Após o vencimento, é necessária a renovação.

Posso ser fiscalizado mesmo sendo uma empresa pequena?

Sim. Empresas de qualquer porte podem ser fiscalizadas pelos órgãos competentes.

O que acontece se meu AVCB estiver vencido?

A empresa pode sofrer multas, restrições de funcionamento e até interdição, dependendo da situação encontrada durante a fiscalização.

Posso ampliar minha empresa sem atualizar as licenças?

Não é o recomendado. Alterações estruturais ou mudanças na atividade podem exigir atualização do AVCB e do licenciamento ambiental.

Vale a pena fazer uma análise preventiva?

Sim. Identificar pendências antes de uma fiscalização reduz riscos, evita multas e garante maior segurança para o negócio.

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Como reduzir riscos e evitar prejuízos com o eSocial? A gestão dos prazos pode ser a resposta https://ravimhealth.med.br/2026/08/20/gestao-de-prazos-do-esocial/ https://ravimhealth.med.br/2026/08/20/gestao-de-prazos-do-esocial/#respond Thu, 20 Aug 2026 20:20:17 +0000 https://ravimhealth.med.br/?p=5012 Quando o assunto é eSocial, muitas empresas só prestam atenção quando um problema já apareceu, uma multa, uma inconsistência apontada em fiscalização ou um processo de admissão travado. Mas existe um fator que raramente entra no radar do RH antes disso: a forma como a empresa gerencia os prazos das obrigações trabalhistas. O custo real […]

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Quando o assunto é eSocial, muitas empresas só prestam atenção quando um problema já apareceu, uma multa, uma inconsistência apontada em fiscalização ou um processo de admissão travado. Mas existe um fator que raramente entra no radar do RH antes disso: a forma como a empresa gerencia os prazos das obrigações trabalhistas.

O custo real de não cumprir os prazos vai além da multa em si

Deixar de enviar um evento no eSocial dentro do prazo não gera apenas uma penalidade pontual. Envolve o tempo gasto para regularizar a pendência, o risco de inconsistências se acumularem em eventos seguintes, e o desgaste de lidar com fiscalizações que poderiam ter sido evitadas.

Quando esse ciclo se repete com frequência, o impacto deixa de ser um problema isolado e passa a comprometer a rotina trabalhista da empresa como um todo.

A relação pouco falada entre gestão de prazos e passivo trabalhista

Um dos motivos menos discutidos por trás de autuações e multas trabalhistas é a falta de controle sistemático sobre os prazos do eSocial. Empresas sem uma rotina estruturada de acompanhamento tendem a acumular pendências sem perceber, até que uma fiscalização ou uma situação urgente, como um desligamento, exponha o problema.

Isso acontece porque o eSocial centraliza informações de admissão, afastamento, férias e folha de pagamento em um único sistema, o que significa que qualquer atraso pode gerar efeitos em cascata sobre processos que dependem dessas informações.

Como a gestão de prazos ajuda a proteger a empresa

Empresas que investem em uma gestão estruturada dos prazos do eSocial tendem a apresentar menos multas, menos inconsistências em fiscalizações e mais agilidade em processos trabalhistas. Alguns pilares dessa gestão incluem:

  • Acompanhamento constante do calendário de obrigações — identificando prazos antes que se tornem pendências
  • Organização das informações internas — dados sempre atualizados e prontos para envio
  • Conhecimento técnico da legislação vigente — reduzindo o risco de erros nos eventos enviados
  • Correção proativa de inconsistências — não apenas ações pontuais, mas gestão constante das obrigações

Quando a empresa tem esse controle estruturado, o risco de passivos trabalhistas diminui, e a rotina de RH ganha previsibilidade.

Perguntas frequentes

O que acontece se minha empresa atrasar um envio no eSocial?

Dependendo do evento, o atraso pode gerar multa e, em alguns casos, dificultar processos como admissão ou desligamento de funcionários.

Toda empresa é obrigada a enviar informações pelo eSocial?

Sim, empresas com funcionários registrados têm obrigações periódicas junto ao eSocial, independentemente do porte.

Como saber se minha empresa está com pendências no eSocial?

Um diagnóstico com uma equipe especializada é a forma mais segura de identificar pendências e corrigi-las antes que gerem problemas maiores.

Terceirizar a gestão do eSocial ajuda a reduzir riscos trabalhistas?

Sim. Uma gestão especializada e constante ajuda a identificar prazos e inconsistências antes que se tornem multas ou autuações, protegendo a empresa de passivos evitáveis.

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A diferença entre um colaborador afastado e um colaborador prevenido começa no PCMSO https://ravimhealth.med.br/2026/08/11/pcmso-como-prevenir-afastamentos-e-reduzir-riscos/ https://ravimhealth.med.br/2026/08/11/pcmso-como-prevenir-afastamentos-e-reduzir-riscos/#respond Tue, 11 Aug 2026 12:52:45 +0000 https://ravimhealth.med.br/?p=5005 Você sabe se a sua empresa realmente está prevenindo afastamentos ou apenas reagindo quando eles acontecem? Muitos gestores ainda enxergam o PCMSO como “mais uma obrigação de exame”. Porém, quando o programa é bem estruturado, ele se torna uma ferramenta estratégica para evitar afastamentos, reduzir custos com INSS e manter o time mais saudável e […]

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Você sabe se a sua empresa realmente está prevenindo afastamentos ou apenas reagindo quando eles acontecem?

Muitos gestores ainda enxergam o PCMSO como “mais uma obrigação de exame”. Porém, quando o programa é bem estruturado, ele se torna uma ferramenta estratégica para evitar afastamentos, reduzir custos com INSS e manter o time mais saudável e produtivo.

Se você tem dúvidas sobre como o PCMSO da sua empresa funciona hoje, vale olhar com mais atenção para alguns pontos.

O que é o PCMSO?

O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) é o conjunto de ações que toda empresa deve planejar e executar para monitorar a saúde dos colaboradores, de acordo com os riscos existentes em cada função. Ele é exigido pela Norma Regulamentadora nº 7 (NR-7) e inclui exames admissionais, periódicos, de retorno ao trabalho, de mudança de função e demissionais.

Dependendo do grau de risco da atividade e do número de colaboradores, o programa pode variar em complexidade e periodicidade dos exames.

Qual é a diferença entre um colaborador afastado e um colaborador prevenido?

O colaborador afastado é aquele cujo problema de saúde só foi identificado quando já havia se agravado, seja porque o exame certo não foi feito no momento certo, seja porque os dados coletados nunca foram cruzados com os riscos reais da função.

O colaborador prevenido é aquele que está dentro de um PCMSO bem estruturado, com exames periódicos alinhados ao seu risco ocupacional e acompanhamento contínuo, que antecipa problemas antes que eles se tornem afastamentos.

A diferença não está na sorte, está na gestão.

Quais são os riscos de um PCMSO mal conduzido?

Quando a empresa trata o PCMSO apenas como papel exigido em fiscalização, ela se expõe a vários prejuízos. Entre eles:

  • Aumento de afastamentos e turnover
  • Multas e autuações por descumprimento da NR‑7
  • Processos e passivos trabalhistas
  • Queda de produtividade por ausências frequentes
  • Dificuldade para comprovar conformidade em auditorias
  • Desgaste da imagem da empresa como empregadora

Além disso, um PCMSO desatualizado quebra a integração com o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) e enfraquece toda a estratégia de Saúde e Segurança do Trabalho.

Como saber se o PCMSO da minha empresa está adequado?

Alguns sinais mostram que o programa precisa de revisão:

  • A empresa não segue um calendário claro de exames periódicos.
  • Mudanças de função ou setor ocorrem sem atualização de exame.
  • O PCMSO não passa por revisão conjunta com o PGR.
  • O médico do trabalho responsável quase não participa da rotina da empresa.
  • Já houve afastamentos que poderiam ter sido identificados antes.
  • Nunca foi feita uma auditoria técnica do programa.

Se você reconhece qualquer um desses pontos, já existe motivo para uma análise preventiva.

Como manter o PCMSO realmente eficaz?

A melhor forma de fortalecer o PCMSO é tratá‑lo como parte da gestão da empresa, e não apenas como obrigação legal. Para isso, vale seguir alguns princípios:

  • Atualize o PCMSO com base nos riscos reais de cada função
    Não copie modelos prontos. Relacione exames, riscos e atividades específicas.
  • Integre o PCMSO ao PGR
    Use as informações do PGR para definir os exames e, em seguida, use os resultados dos exames para revisar o PGR.
  • Acompanhe exames com rigor, não só por prazo
    Analise os laudos, identifique padrões e discuta casos com o médico do trabalho.
  • Use os dados para agir antes do problema
    Se surgirem sinais repetidos em um setor (por exemplo, lombalgias ou queixas de fadiga visual), ajuste ergonomia, treinamentos e organização do trabalho.
  • Conte com equipe especializada
    Profissionais de medicina e segurança do trabalho ajudam a transformar o programa em ferramenta de gestão, não apenas em arquivo.

Quando a empresa aplica o PCMSO dessa forma, ela reduz afastamentos, melhora a estabilidade da equipe e ganha mais previsibilidade de custos.

Como a Ravim pode ajudar sua empresa

A Ravim oferece suporte completo para empresas que precisam estruturar, revisar ou fortalecer o PCMSO.

Nossa equipe:

  • avalia os riscos ocupacionais de cada função
  • elabora e acompanha o programa junto ao PGR
  • organiza e controla o calendário de exames
  • transforma dados de saúde em indicadores para decisões preventivas

Com esse apoio, a empresa deixa de “apagar incêndios” e passa a trabalhar com prevenção consistente.

Perguntas frequentes sobre PCMSO

Toda empresa precisa ter um PCMSO?

Sim. Toda empresa com empregados regidos pela CLT deve manter o programa ativo, independentemente do porte ou grau de risco.

O PCMSO tem prazo de validade?

O PCMSO precisa de revisão anual ou sempre que houver mudanças relevantes nos riscos ocupacionais, na estrutura ou no processo de trabalho.

Empresas pequenas também podem ser fiscalizadas?

Sim. Empresas de qualquer porte podem passar por fiscalização dos órgãos competentes.

O que acontece se o PCMSO estiver desatualizado?

A empresa pode receber multas, enfrentar processos trabalhistas e registrar mais afastamentos que poderiam ter sido evitados.

O PCMSO substitui o PGR?

Não. PCMSO e PGR se complementam. O PGR foca em riscos e medidas de controle; o PCMSO foca em monitorar a saúde dos colaboradores expostos a esses riscos.

Vale a pena fazer uma auditoria preventiva do PCMSO?

Sim. A auditoria identifica falhas e pendências antes de uma fiscalização, reduz riscos legais e melhora a segurança do negócio.

 

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Como reduzir o turnover na empresa? A saúde ocupacional pode ser a resposta https://ravimhealth.med.br/2026/07/31/como-reduzir-o-turnover-com-saude-ocupacional/ https://ravimhealth.med.br/2026/07/31/como-reduzir-o-turnover-com-saude-ocupacional/#respond Fri, 31 Jul 2026 18:05:15 +0000 https://ravimhealth.med.br/?p=4997 Quando o assunto é turnover, o RH costuma olhar primeiro para salário, clima organizacional ou plano de carreira. Mas existe um fator que raramente entra nessa conta e que impacta diretamente a permanência dos colaboradores: a forma como a empresa cuida da saúde ocupacional do seu time. O custo real do turnover vai além da […]

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Quando o assunto é turnover, o RH costuma olhar primeiro para salário, clima organizacional ou plano de carreira. Mas existe um fator que raramente entra nessa conta e que impacta diretamente a permanência dos colaboradores: a forma como a empresa cuida da saúde ocupacional do seu time.

O custo real do turnover vai além da vaga aberta

Substituir um colaborador custa muito mais do que o processo seletivo em si. Envolve tempo de adaptação do novo contratado, queda temporária de produtividade da equipe, treinamento, e o desgaste de repetir esse ciclo continuamente.

Quando esse ciclo se repete com frequência, o impacto financeiro se acumula e passa a comprometer não só o orçamento do RH, mas a operação da empresa como um todo.

A relação pouco falada entre saúde ocupacional e turnover

Um dos motivos menos discutidos por trás do turnover é o adoecimento ou afastamento de colaboradores por falta de cuidado ocupacional adequado. Ambientes de trabalho sem gestão de riscos tendem a gerar mais afastamentos, mais insatisfação e, consequentemente, mais pedidos de desligamento.

Isso acontece porque o colaborador que trabalha em condições inadequadas, sem monitoramento de saúde ou sem ações preventivas de segurança, tende a associar o desgaste físico e emocional diretamente à empresa, o que reduz o vínculo e a permanência.

Como a gestão de saúde ocupacional ajuda na retenção?

Empresas que investem em uma gestão de saúde ocupacional estruturada tendem a apresentar menos afastamentos e mais engajamento do time. Alguns pilares dessa gestão incluem:

  • PCMSO atualizado — monitoramento periódico da saúde dos colaboradores, identificando riscos antes que se tornem afastamentos
  • PGRO bem executado — gerenciamento constante dos riscos ocupacionais do ambiente de trabalho
  • Ambulatório ocupacional acessível — suporte rápido para questões de saúde relacionadas ao trabalho
  • Acompanhamento contínuo dos indicadores — não apenas ações pontuais, mas gestão constante da saúde do time

Quando o colaborador percebe que a empresa investe genuinamente em seu bem-estar, o vínculo se fortalece, e a decisão de permanecer se torna mais natural.

Perguntas frequentes

A saúde ocupacional realmente influencia a decisão de um colaborador de sair da empresa? Sim. Ambientes com alto índice de afastamentos, riscos não gerenciados ou falta de suporte à saúde tendem a gerar insatisfação, o que impacta diretamente a permanência do colaborador.

Quais indicadores de saúde ocupacional o RH deveria acompanhar? Frequência de afastamentos, causas mais recorrentes (físicas, ergonômicas ou psicológicas), tempo médio de retorno ao trabalho e a atualização de documentos obrigatórios como PCMSO e PGRO.

Empresas pequenas também sofrem impacto de turnover ligado à saúde ocupacional? Sim, e muitas vezes de forma ainda mais sensível, já que a ausência de um colaborador em times enxutos tem impacto proporcionalmente maior na operação.

Terceirizar a gestão de saúde ocupacional ajuda a reduzir o turnover? Sim. Uma gestão especializada e constante, com PCMSO e PGRO sempre atualizados, ajuda a identificar riscos antes que se tornem afastamentos, fortalecendo o vínculo do colaborador com a empresa.

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Doença Ocupacional vs. Acidente de Trabalho: qual o impacto no FAP da sua empresa? https://ravimhealth.med.br/2026/07/28/doenca-ocupacional-e-acidente-de-trabalho-impacto-no-fap/ https://ravimhealth.med.br/2026/07/28/doenca-ocupacional-e-acidente-de-trabalho-impacto-no-fap/#respond Tue, 28 Jul 2026 18:39:39 +0000 https://ravimhealth.med.br/?p=4974 Toda empresa que já teve um colaborador afastado sabe que o processo não termina quando o atestado chega ao RH. Cada afastamento entra nas estatísticas, recebe uma categoria e passa por análise. Dependendo da natureza do evento, ele impacta diretamente o valor que a empresa paga de INSS todos os meses. E é aqui que […]

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Toda empresa que já teve um colaborador afastado sabe que o processo não termina quando o atestado chega ao RH. Cada afastamento entra nas estatísticas, recebe uma categoria e passa por análise. Dependendo da natureza do evento, ele impacta diretamente o valor que a empresa paga de INSS todos os meses. E é aqui que entra o FAP – Fator Acidentário de Prevenção.

O que é o FAP e por que ele importa para o seu financeiro

O FAP é um índice que varia de 0,5 a 2,0 e se aplica sobre a alíquota do RAT (Riscos Ambientais do Trabalho). Em outras palavras, ele define quanto a empresa contribui para custear benefícios como aposentadoria especial e auxílio-doença acidentário.

Na prática, isso significa que, de acordo com o histórico de afastamentos da empresa, o valor pago de INSS sobre a folha de pagamento pode até dobrar. O Ministério da Previdência Social recalcula esse índice todos os anos, usando os dois anos anteriores de dados. Nesse cálculo, entram frequência, gravidade e custo dos afastamentos por acidente de trabalho e doença ocupacional.

Acidente de trabalho: o que caracteriza

O acidente de trabalho é um evento súbito e identificável, que acontece no exercício da atividade profissional ou no trajeto entre casa e trabalho (acidente de trajeto ou in itinere). Ele tem data, hora e circunstâncias bem definidas.

Alguns exemplos comuns:

  • Queda no ambiente de trabalho
  • Corte durante a operação de uma máquina
  • Colisão no trajeto até a empresa

Doença ocupacional: o que caracteriza

A doença ocupacional, por outro lado, se desenvolve ou se agrava em função das condições às quais o trabalhador fica exposto ao longo do tempo. Diferente do acidente, não há um único evento. O que existe é o acúmulo de exposição a um risco físico, químico, biológico ou ergonômico que provoca o adoecimento.

Entre os exemplos mais frequentes estão:

  • LER/DORT (lesões por esforço repetitivo)
  • Perda auditiva induzida por ruído
  • Doenças respiratórias por exposição a agentes químicos

Assim, enquanto o acidente ocorre de forma pontual, a doença ocupacional se instala de maneira gradual.

Por que a doença ocupacional é equiparada a acidente de trabalho

A legislação previdenciária (Lei 8.213/91) equipara a doença ocupacional ao acidente de trabalho para todos os efeitos legais. Isso quer dizer que, mesmo sem um evento pontual, a empresa assume as mesmas obrigações: emite a CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), garante a estabilidade do colaborador após o retorno e vê esse afastamento entrar nos indicadores que compõem o cálculo do FAP.

Em resumo: para o FAP, não importa se o afastamento ocorreu por causa de uma queda ou por anos de exposição a um risco ergonômico mal gerenciado. Do ponto de vista do índice, o impacto é o mesmo.

Como a gestão preventiva reduz o impacto no FAP

O cálculo do FAP considera frequência de acidentes, gravidade dos casos e custo previdenciário gerado. Portanto, quando a empresa investe em prevenção, ela tende a reduzir diretamente esse índice.

Alguns pilares importantes dessa gestão preventiva são:

PCMSO atualizado

Um PCMSO bem conduzido garante o monitoramento periódico da saúde dos colaboradores e permite identificar riscos antes que eles gerem afastamentos.

PGRO bem executado

O PGRO mapeia e gerencia os riscos ocupacionais, com plano de ação para eliminar ou reduzir exposições. Dessa forma, a empresa atua na causa e não apenas na consequência.

Investigação correta das causas

Registrar toda ocorrência, emitir a CAT de forma adequada e investigar a causa raiz ajuda a evitar reincidência e melhora a qualidade das decisões de prevenção.

Ergonomia e treinamentos

Programas de ergonomia e treinamentos recorrentes reduzem riscos ligados a doenças ocupacionais de origem repetitiva ou postural e melhoram o comportamento de segurança no dia a dia.

Quando esses elementos funcionam de forma integrada, a empresa diminui a probabilidade de novos afastamentos e, com o tempo, melhora o FAP.

Perguntas frequentes

O FAP é o mesmo para todas as empresas do mesmo setor?

Não. Embora empresas do mesmo setor compartilhem a mesma CNAE, o FAP é calculado individualmente, por CNPJ, com base no histórico de afastamentos daquela empresa específica. Por isso, duas organizações do mesmo segmento podem ter índices bem diferentes.

Toda doença relacionada ao trabalho gera CAT?

Sim. Do mesmo modo que no acidente de trabalho, a doença ocupacional diagnosticada como relacionada à atividade profissional exige que a empresa emita a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), mesmo quando não houve um evento súbito.

Quanto tempo leva para o FAP de uma empresa melhorar?

O FAP é calculado anualmente e considera os dois anos anteriores de dados. Isso significa que os efeitos de uma gestão preventiva mais rigorosa costumam aparecer ao longo desse ciclo. Por isso, o ideal é manter um trabalho contínuo e não apenas ações pontuais em momentos de crise.

Terceirizar a gestão de segurança e saúde ocupacional ajuda a reduzir o FAP?

Sim. Quando a empresa conta com uma gestão especializada, com PCMSO e PGRO atualizados e acompanhamento constante dos indicadores, ela identifica riscos mais cedo e evita que eles se tornem afastamentos. Com o tempo, essa redução de ocorrências tende a melhorar o FAP.

Como a Ravim pode ajudar

A Ravim cuida da medicina ocupacional e da segurança do trabalho da sua empresa de forma 100% online, com gestão de PCMSO, PGRO, eSocial e muito mais. Além disso, nossa equipe acompanha os indicadores, orienta o RH e apoia a empresa na prevenção de afastamentos ligados ao trabalho.

Dessa forma, você reduz riscos trabalhistas e previdenciários, protege a saúde dos colaboradores e ainda otimiza o FAP ao longo do tempo.

Fale com um dos nossos especialistas e entenda como podemos ajudar a reduzir riscos, otimizar o FAP e proteger a saúde dos seus colaboradores.

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A sua empresa está pronta para uma fiscalização do trabalho? https://ravimhealth.med.br/2026/07/16/fiscalizacao-do-trabalho-sua-empresa-esta-pronta/ https://ravimhealth.med.br/2026/07/16/fiscalizacao-do-trabalho-sua-empresa-esta-pronta/#respond Thu, 16 Jul 2026 21:01:28 +0000 https://ravimhealth.med.br/?p=4951 Essa pergunta desconforta muita gente, e o desconforto, na maioria das vezes, é um sinal de que algo precisa de atenção. A fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego não avisa antes de chegar, e empresas que não estão em conformidade com as Normas Regulamentadoras estão expostas a multas, interdições e passivos trabalhistas que custam […]

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Essa pergunta desconforta muita gente, e o desconforto, na maioria das vezes, é um sinal de que algo precisa de atenção. A fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego não avisa antes de chegar, e empresas que não estão em conformidade com as Normas Regulamentadoras estão expostas a multas, interdições e passivos trabalhistas que custam muito mais do que qualquer programa de saúde ocupacional bem estruturado.

Se você não tem certeza se a sua empresa está preparada, este guia foi feito para você.

O que o ministério do trabalho verifica numa fiscalização?

A fiscalização trabalhista abrange uma série de obrigações legais, mas as mais cobradas envolvem diretamente a saúde e a segurança dos trabalhadores. Os auditores verificam se a empresa cumpre as Normas Regulamentadoras do MTE, com foco especial em:

  • Existência e atualização do PCMSO
  • Estruturação e atualização do PGR
  • Realização correta dos exames ocupacionais
  • Laudos técnicos obrigatórios
  • Registros no eSocial SST
  • Condições do ambiente de trabalho

PCMSO: o seu está em dia?

O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, exigido pela NR-7, é obrigatório para toda empresa com funcionários em regime CLT, independente do porte ou setor de atuação.

Ele deve contemplar:

  • Exames admissionais realizados antes do início das atividades
  • Exames periódicos dentro dos prazos estabelecidos conforme o risco de cada função
  • Exames de retorno ao trabalho após afastamentos
  • Exames de mudança de função quando houver exposição a riscos diferentes
  • Exames demissionais realizados no encerramento do contrato
  • ASO — Atestado de Saúde Ocupacional emitido corretamente para cada situação

PCMSO desatualizado, exames fora do prazo ou ASOs incorretos são infrações que geram multas imediatas na fiscalização.

PGR: sua empresa mapeou todos os riscos?

O Programa de Gerenciamento de Riscos, exigido pela NR-1, substituiu o antigo PPRA e ampliou significativamente o escopo de análise. Ele exige que a empresa identifique, avalie e controle todos os fatores de risco presentes no ambiente de trabalho.

E desde maio de 2026, a NR-1 passou a exigir também o mapeamento dos riscos psicossociais, como estresse ocupacional, assédio moral, sobrecarga de trabalho e pressão excessiva por metas. Esses fatores precisam ser identificados, registrados e acompanhados com o mesmo rigor dos riscos físicos, químicos e biológicos.

Empresas que ainda não incluíram os riscos psicossociais no PGR estão em não conformidade com a legislação vigente.

Laudos e documentações obrigatórias

Além do PCMSO e do PGR, a fiscalização verifica a existência e validade de documentos como:

  • LTCAT — Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho, obrigatório para empresas com exposição a agentes nocivos
  • Laudo de Insalubridade, quando há exposição a agentes que caracterizam insalubridade
  • Laudo de Periculosidade, quando aplicável à função
  • Registros no eSocial SST, com envio correto dos eventos de saúde e segurança do trabalho

Documentação ausente, desatualizada ou preenchida incorretamente é motivo de autuação, mesmo que a empresa esteja cumprindo as práticas na prática.

Quais são as consequências de não estar em conformidade?

As penalidades variam conforme a gravidade da infração, mas podem incluir:

  • Multas administrativas por irregularidade identificada, que aumentam progressivamente em caso de reincidência
  • Interdição parcial ou total das atividades em casos de risco grave e iminente aos trabalhadores
  • Embargo de obras ou setores quando o risco é identificado em áreas específicas
  • Passivos trabalhistas em processos judiciais por doenças ocupacionais ou acidentes de trabalho não documentados corretamente
  • Impacto no FAP — Fator Acidentário de Prevenção, que eleva a alíquota do RAT e aumenta os encargos previdenciários da empresa

Como se preparar para uma fiscalização?

A melhor preparação é a conformidade contínua, não uma corrida de última hora. Veja os principais pontos que toda empresa deve manter em ordem:

  • PCMSO atualizado e assinado pelo médico coordenador
  • Exames ocupacionais realizados dentro dos prazos corretos para cada função
  • PGR estruturado com todos os riscos mapeados, incluindo psicossociais
  • Laudos técnicos válidos e acessíveis para apresentação imediata
  • Registros no eSocial SST em dia e sem pendências
  • Documentação de treinamentos obrigatórios como NR-5, NR-6 e NR-35, quando aplicáveis

Como a Ravim pode ajudar a sua empresa

A Ravim oferece gestão completa de medicina do trabalho e saúde ocupacional para empresas de todos os portes, com suporte especializado para manter sua empresa em conformidade com todas as Normas Regulamentadoras, antes que a fiscalização bata na porta.

Nossos serviços incluem elaboração e gestão do PCMSO, realização de exames ocupacionais, estruturação do PGR com mapeamento de riscos psicossociais, laudos técnicos, gestão do eSocial SST e assessoria completa em segurança do trabalho.

Perguntas Frequentes sobre Fiscalização do Trabalho

A fiscalização do Ministério do Trabalho precisa agendar visita com antecedência?

Não. A fiscalização pode ocorrer sem aviso prévio, a qualquer momento, em empresas de qualquer porte ou setor.

Empresas pequenas também são fiscalizadas?

Sim. O tamanho da empresa não isenta da fiscalização. Micro e pequenas empresas com funcionários CLT estão sujeitas às mesmas Normas Regulamentadoras.

O que acontece se o PCMSO estiver desatualizado?

A empresa pode ser autuada com multa imediata e notificada a regularizar a situação em prazo determinado. A reincidência aumenta o valor da penalidade.

A NR-1 realmente exige mapeamento de riscos psicossociais?

Sim. Desde maio de 2026, a NR-1 exige que as empresas incluam os riscos psicossociais no PGR, com identificação, avaliação e plano de controle documentado.

O eSocial SST é obrigatório para todas as empresas?

Sim, para empresas com funcionários CLT. O envio correto dos eventos de saúde e segurança do trabalho é verificado na fiscalização.

Quanto tempo leva para regularizar a documentação de saúde ocupacional?

Depende do estado atual da empresa, mas com o suporte da Ravim, o processo é conduzido de forma estruturada e com prazos definidos para cada etapa.

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Medicina ocupacional é gasto ou investimento para sua empresa? https://ravimhealth.med.br/2026/07/14/medicina-ocupacional-e-gasto-ou-investimento/ https://ravimhealth.med.br/2026/07/14/medicina-ocupacional-e-gasto-ou-investimento/#respond Tue, 14 Jul 2026 14:03:45 +0000 https://ravimhealth.med.br/?p=4938 Muitos gestores ainda enxergam a medicina ocupacional como mais uma obrigação burocrática, um exame admissional aqui, um PCMSO ali, só para “ficar em dia” com a fiscalização. Mas essa visão está cada vez mais ultrapassada. Empresas que tratam a saúde ocupacional como estratégia, e não como custo fixo, colhem resultados concretos: menos afastamentos, menos processos […]

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Muitos gestores ainda enxergam a medicina ocupacional como mais uma obrigação burocrática, um exame admissional aqui, um PCMSO ali, só para “ficar em dia” com a fiscalização. Mas essa visão está cada vez mais ultrapassada. Empresas que tratam a saúde ocupacional como estratégia, e não como custo fixo, colhem resultados concretos: menos afastamentos, menos processos trabalhistas e mais produtividade.

Neste artigo, respondemos às principais dúvidas sobre o tema para ajudar você a enxergar a medicina ocupacional pelo ângulo certo.

O que é medicina ocupacional, afinal?

A medicina ocupacional é a área médica responsável por prevenir, identificar e tratar problemas de saúde relacionados ao ambiente e à rotina de trabalho. Ela engloba exames admissionais, periódicos e demissionais, laudos como PCMSO e PPRA/PGR, acompanhamento de afastamentos, e ações de prevenção a doenças ocupacionais e acidentes de trabalho.

Por que muitas empresas ainda veem isso como gasto?

Porque o retorno não é imediato nem visível no curto prazo. Diferente de uma campanha de marketing, cujo resultado aparece em vendas, os benefícios da medicina ocupacional aparecem na ausência de problemas: menos afastamentos, menos multas, menos rotatividade. Como é difícil medir “o que não aconteceu”, esse investimento acaba sendo tratado como mera obrigação legal.

Quanto custa não investir em medicina ocupacional?

Esse é o ponto central. Deixar de investir tem custos reais e mensuráveis:

  • Multas e passivos trabalhistas por descumprimento de normas regulamentadoras (NRs);
  • Afastamentos prolongados pelo INSS, que impactam a produtividade da equipe;
  • Processos judiciais por doenças ocupacionais não identificadas a tempo;
  • Alta rotatividade, gerando custos de recrutamento, treinamento e adaptação;
  • Queda de produtividade de colaboradores adoecidos ou insatisfeitos com as condições de trabalho;
  • Dano à reputação da empresa em fiscalizações ou processos públicos.

Quando esses custos são somados, fica claro que “economizar” na medicina ocupacional costuma sair mais caro no médio prazo.

Como a medicina ocupacional se transforma em investimento?

Quando bem estruturada, a medicina ocupacional atua na prevenção, não apenas na correção. Isso significa:

  • Identificar riscos antes que se tornem doenças ou acidentes;
  • Reduzir o número de afastamentos e seus custos associados;
  • Aumentar a retenção de talentos, já que colaboradores valorizam empresas que cuidam da sua saúde;
  • Fortalecer a conformidade legal, evitando multas e passivos;
  • Melhorar o clima organizacional e, consequentemente, a produtividade.

Todo tipo de empresa precisa desse cuidado, mesmo as pequenas?

Sim. A obrigatoriedade de exames ocupacionais e documentos como o PCMSO vale para empresas de todos os portes, inclusive MEIs em alguns casos. Além disso, quanto menor a empresa, maior o impacto proporcional de um afastamento ou processo trabalhista no caixa e na operação, o que torna a prevenção ainda mais estratégica.

Como saber se a medicina ocupacional da minha empresa está sendo bem conduzida?

Alguns sinais de que o assunto está sendo tratado apenas como burocracia:

  • Exames feitos “correndo” apenas para cumprir prazo;
  • Ausência de acompanhamento contínuo, só pontual;
  • PCMSO e PPRA/PGR genéricos, sem relação real com os riscos do seu negócio;
  • Nenhuma orientação preventiva para gestores e colaboradores.

Se isso soa familiar, é sinal de que vale a pena rever o serviço contratado.

Perguntas Frequentes

A medicina ocupacional é obrigatória por lei?

Sim. Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho, como a NR-7 e a NR-1, exigem exames e documentos como o PCMSO para empresas de praticamente todos os portes e segmentos.

Qual a diferença entre exame admissional e periódico?

O admissional é feito antes da contratação, para verificar se o colaborador está apto à função. O periódico é repetido ao longo do vínculo, para monitorar a saúde continuamente.

Empresa pequena também precisa de PCMSO?

Sim, a exigência não depende do tamanho da empresa, mas do grau de risco da atividade e do número de funcionários, que pode alterar a periodicidade e complexidade das exigências.

Quanto uma empresa pode economizar investindo em medicina ocupacional?

Não há um valor fixo, mas empresas que investem em prevenção reduzem significativamente custos com afastamentos, multas e rotatividade,  economias que, em geral, superam o investimento inicial.

Com que frequência devo revisar a saúde ocupacional da minha empresa?

O ideal é ter acompanhamento contínuo, não apenas anual. Mudanças na equipe, no ambiente de trabalho ou na legislação podem exigir ajustes nos programas de saúde ocupacional a qualquer momento.

 

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Gerenciamento do eSocial: qual a relevância? https://ravimhealth.med.br/2024/08/07/gestao-do-esocial-qual-a-importancia/ Wed, 07 Aug 2024 20:39:11 +0000 https://ravim.satore.com.br/?p=4090 O eSocial foi uma importante evolução no cenário das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas no Brasil. Criado em 2018, ele visa simplificar e unificar a transmissão de informações, diminuindo a burocracia e os riscos de erros. Antes, as empresas precisavam enviar dados por meio de diversas declarações separadas, o que muitas vezes gerava inconsistências e […]

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O eSocial foi uma importante evolução no cenário das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas no Brasil. Criado em 2018, ele visa simplificar e unificar a transmissão de informações, diminuindo a burocracia e os riscos de erros. Antes, as empresas precisavam enviar dados por meio de diversas declarações separadas, o que muitas vezes gerava inconsistências e multas. Com o eSocial, os dados são centralizados e validados automaticamente, o que reduz a probabilidade de equívocos.

Aqui estão alguns pontos-chave sobre a importância da gestão do eSocial:

  1. Redução de erros e inconsistências: O sistema valida as informações e ajuda a evitar divergências, minimizando o risco de penalidades.
  2. Melhoria na fiscalização: A centralização das informações permite aos órgãos de fiscalização acompanhar de maneira mais precisa as relações trabalhistas, combatendo irregularidades como sonegação e informalidades.
  3. Benefícios para os colaboradores: O eSocial acelera o acesso a benefícios previdenciários e garante que os direitos trabalhistas sejam cumpridos, já que as obrigações da empresa são monitoradas.
  4. Obrigatoriedade e abrangência: Todas as empresas, desde micro até grandes corporações, devem aderir ao eSocial e manter os dados atualizados. O sistema é obrigatório, e o não cumprimento dos prazos pode gerar problemas.

Embora o sistema tenha sido criado para facilitar a vida das empresas, muitas ainda enfrentam desafios devido à falta de familiaridade e tempo para se adaptar às novas exigências.

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Exame Médico Periódico: Obrigatório para Todos os Colaboradores? https://ravimhealth.med.br/2024/08/04/exame-medico-periodico-obrigatorio-para-todos-os-colaboradores/ Sun, 04 Aug 2024 21:10:47 +0000 https://ravim.satore.com.br/?p=4076 O exame médico periódico é uma exigência legal estabelecida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e regulamentada pela Norma Regulamentadora 7 (NR-7), que trata do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). Esse exame tem como objetivo avaliar a saúde dos colaboradores, detectar possíveis doenças ocupacionais e garantir que eles estejam aptos para […]

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O exame médico periódico é uma exigência legal estabelecida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e regulamentada pela Norma Regulamentadora 7 (NR-7), que trata do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). Esse exame tem como objetivo avaliar a saúde dos colaboradores, detectar possíveis doenças ocupacionais e garantir que eles estejam aptos para continuar desempenhando suas funções. A realização do exame é tão obrigatória quanto os exames admissionais, demissionais e de retorno ao trabalho.

Periodicidade do Exame Médico Periódico

A frequência com que o exame deve ser realizado depende das condições de trabalho e do perfil do trabalhador. A NR-7 define os seguintes intervalos:

  • Trabalhadores expostos a riscos ou doenças crônicas: Exames devem ser feitos anualmente ou com intervalos menores, conforme a avaliação médica.
  • Trabalhadores expostos a condições hiperbáricas: De acordo com a periodicidade definida no Anexo 6 da NR 15.
  • Demais trabalhadores:
    • Anual: Para menores de 18 anos e maiores de 45 anos.
    • A cada dois anos: Para trabalhadores entre 18 e 45 anos.

Consequências do Não Cumprimento

Empresas que não realizam o exame médico periódico estão sujeitas a autuações e multas pelos órgãos fiscalizadores. Além disso, a falta de assistência ao trabalhador pode resultar em ações trabalhistas e indenizações, caso algum problema de saúde não seja detectado ou tratado a tempo.

Manter os exames periódicos em dia não apenas protege a saúde dos colaboradores, mas também resguarda a empresa de possíveis sanções e prejuízos financeiros.

Ainda tem dúvidas? A Ravim está à disposição para ajudar a garantir a conformidade com as normas e proteger sua empresa.

 

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Nova NR-5: Atualizações na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Assédio https://ravimhealth.med.br/2024/08/04/nova-nr-5-atualizacoes-na-comissao-interna-de-prevencao-de-acidentes-e-assedio/ Sun, 04 Aug 2024 20:40:07 +0000 https://ravim.satore.com.br/?p=4069 As Normas Regulamentadoras (NRs) foram criadas para garantir a proteção física e mental dos colaboradores. Com o tempo, essas normas são atualizadas para atender às novas demandas do ambiente de trabalho. Um exemplo recente é a NR-5, que sofreu alterações significativas, entrando em vigor em março deste ano. A Lei 14.457/2022 trouxe mudanças na Comissão […]

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As Normas Regulamentadoras (NRs) foram criadas para garantir a proteção física e mental dos colaboradores. Com o tempo, essas normas são atualizadas para atender às novas demandas do ambiente de trabalho. Um exemplo recente é a NR-5, que sofreu alterações significativas, entrando em vigor em março deste ano.

A Lei 14.457/2022 trouxe mudanças na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), agora ampliando suas responsabilidades para incluir o combate ao assédio. A CIPA, agora denominada Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio, terá a missão de prevenir não apenas acidentes, mas também casos de assédio sexual, moral e qualquer forma de violência no ambiente de trabalho.

Segundo um levantamento feito para a Folha de São Paulo, de 2018 a 2022, houve um aumento de 208% nas ações trabalhistas mencionando “assédio sexual”, o que indica que esse tipo de demanda triplicou no Brasil, totalizando pelo menos 48 mil casos atualmente.

A inclusão do combate ao assédio nas atribuições da CIPA possibilita que empregadores e empregados colaborem para transformar essa realidade e prevenir essa prática, que ainda é muito comum. A nova Comissão deve educar e orientar os trabalhadores sobre moral e respeito, contribuindo para a redução dos índices de assédio.

É responsabilidade da CIPA atuar no enfrentamento do assédio, promovendo um ambiente seguro e respeitoso para todos, além de trabalhar na elaboração de regras de conduta relacionadas ao assédio sexual e outras formas de violência, garantindo ampla divulgação dessas normas entre os colaboradores.

Se você tem alguma dúvida sobre essas atualizações, entre em contato conosco e conte com a Gestão das Normas Regulamentadoras da Ravim!

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